Quinta novamente.....
Só pra lembrar, em breve, Paulinho e a Comenda do Estado do Rio de Janeiro.....
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2004
Quinta de novo...
Estou a ouvir Steely Dan.......música para os meus ouvidos!
Nada me vem, porém o turbilhão não pára......hiperatividade, o mundo do me faz de conta conta.
Andar por Lisboa e não trocar uma palavra....é um exercício.
Por mais que seja estranho pra mim, o estranho ser mim! um índio perambulando pelas aís.
Tomar uma sopinha no Seu Gomes, comprar algo no Modelo....coisas da rotina.
Me faz lembrar os tempos em que eu , na cidade que eu morava, e conhecia todo mundo, e gostava de sair sozinho, para, de repente, encontrar um ou outro e jogar conversa fora.
Tinha aquela emoção de quem será que vou encontrar? qual será a tônica?....
Aqui, uso e abuso da transparência,...., ou me transparenciam.....
É como se vivesse no mundo do Calvin, ou do Garfield, onde uso e abuso das expressões dirigidas aos meus interlocutores imaginários.
Meio neurótico, meio ciclotímico, porém satisfaz.....
Solidão é diferente de estar sozinho.... existe uma opção entre eles.
Estar sozinho traz riqueza, ao passo que a solidão esfria a alma, entristece o "cristão"
O solitário não consegue tirar os tampões.....ai, tampões, me lembra as minhas cirurgias de miopia....
A primeira, no olho esquerdo, foi um trauma....
O médico me pediu para deitar numa maca cirurgica, e depois colocou em volta da minha cabeça uma espuma, alta, com o contorno da minha cabeça....
A cirurgia demorou vinte e dois minutos, durante vinte minutos, ele pingava colírio anestésico de minuto a minuto. Minha vista ficava turva, como se estivesse de olhos abertos na piscina.....lembrei-me do pobre o Alex, um monstro que foi vítima de uma experiência sulrealista, fruto da cabeça de Kubrick.
E os outros dois minutos, foi a cirurgia propriamente dita, ou seja, fazer cortes radiais na minha córnea, para alterar a curvatura dela a fim de fazê-la projectar a imagem direitinho na retina......
Bem, em suma, a cirurgia foi traumática, doeu muuuito.
Doeu porque o Dr. Ramiro não prestou a atenção, e ao colocar a espuma, dobrou minha orelha esquerda, e ela ficou amassada irradiando a dor para a emoção de estar vendo um estilete bem pertinho da vista.....foi.....traumatizante.
Mas nada superou a emoção de estar vendo direitinho depois...
belesma.
Estou a ouvir Steely Dan.......música para os meus ouvidos!
Nada me vem, porém o turbilhão não pára......hiperatividade, o mundo do me faz de conta conta.
Andar por Lisboa e não trocar uma palavra....é um exercício.
Por mais que seja estranho pra mim, o estranho ser mim! um índio perambulando pelas aís.
Tomar uma sopinha no Seu Gomes, comprar algo no Modelo....coisas da rotina.
Me faz lembrar os tempos em que eu , na cidade que eu morava, e conhecia todo mundo, e gostava de sair sozinho, para, de repente, encontrar um ou outro e jogar conversa fora.
Tinha aquela emoção de quem será que vou encontrar? qual será a tônica?....
Aqui, uso e abuso da transparência,...., ou me transparenciam.....
É como se vivesse no mundo do Calvin, ou do Garfield, onde uso e abuso das expressões dirigidas aos meus interlocutores imaginários.
Meio neurótico, meio ciclotímico, porém satisfaz.....
Solidão é diferente de estar sozinho.... existe uma opção entre eles.
Estar sozinho traz riqueza, ao passo que a solidão esfria a alma, entristece o "cristão"
O solitário não consegue tirar os tampões.....ai, tampões, me lembra as minhas cirurgias de miopia....
A primeira, no olho esquerdo, foi um trauma....
O médico me pediu para deitar numa maca cirurgica, e depois colocou em volta da minha cabeça uma espuma, alta, com o contorno da minha cabeça....
A cirurgia demorou vinte e dois minutos, durante vinte minutos, ele pingava colírio anestésico de minuto a minuto. Minha vista ficava turva, como se estivesse de olhos abertos na piscina.....lembrei-me do pobre o Alex, um monstro que foi vítima de uma experiência sulrealista, fruto da cabeça de Kubrick.
E os outros dois minutos, foi a cirurgia propriamente dita, ou seja, fazer cortes radiais na minha córnea, para alterar a curvatura dela a fim de fazê-la projectar a imagem direitinho na retina......
Bem, em suma, a cirurgia foi traumática, doeu muuuito.
Doeu porque o Dr. Ramiro não prestou a atenção, e ao colocar a espuma, dobrou minha orelha esquerda, e ela ficou amassada irradiando a dor para a emoção de estar vendo um estilete bem pertinho da vista.....foi.....traumatizante.
Mas nada superou a emoção de estar vendo direitinho depois...
belesma.
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