sábado, 30 de abril de 2011

É isso

Você destruiu o que de mais belo eu tinha;
Eu passei por cima de tudo pra te mimar.

Minha vida agora é procurar a minha vida,
É procurar onde ficou, em que esquina ela se deitou e adormeceu dentro de uma caixa de fogão 4 bocas, com forno auto-limpante e acendedores automáticos.

De toda a descrença numa mulher, de volta à ascenção e queda do Império Romano, Eis o dilema: aprendeu desta vez?

Vão pra puta que pariu!!

Eu não me dobro. Eu não quero te querer nunca mais.
Você não me terá nunca mais na sua vida. Sua vida pode ser repleta de sucessos, pois você almeja o sucesso: Um brinde ao seu sucesso!!!!
Mas, nunca mais me terá, nunca mais meus olhos pousarão sobre os teus, nunca mais a minha plenitude encontrará a sua.

O Meteoro já caiu, já esburacou e já estragou o que tinha que estragar.

Ogum sabe do acontecido, Ogum julga, faz e desfaz.

Não quero me lembrar de nada feliz vivido, quero me achar, descobrir o que sobrou desta merda toda.

O pote está vazio e cheio de terra suja e seca do pântano que sobrou do vazamento cruel e do escárnio que se transformou a minha vida,

Não sei mais como voltar, e não sei se quero voltar, só sei que andei.

Andei para um ponto em que não reconheço meus sonhos e meus desejos. Eu não quero mais você.
Eu não quero mais te querer, eu não sinto o prazer do amor, e sim a dor da perda, a dor do amor desfeito, feito, desfiado, desintegrado e desamparado.


Meus planos: acordar amanhã de manhã!!

Sexta, 29 de Abril de 2011, 23h18