Sexta.
Paulinho morava com mais um, em copacabana, era um sujeito livre de tudo.
O que aumentava ainda mais a sua liberdade era o facto de possuir uma moto.
Ela andava pra cima e pra baixo com aquela moto.....Trabalhava no Departamento Juridico de um banco, no centro da cidade, e de noite, estudava Direito, na Puc.
Num dia quente, abafado, voltando do trabalho, la pelas 18h00, encosta ao lado dele, no semaforo, uma outra moto, bem mais antiga e bem surrada,.....nela estavam dois tipos com cara e poucos amigos.
Um deles mandou-o que descesse da moto, só que Paulinho não obedeceu e arrancou com a moto, e saiu em disparada pelas ruas de copacabana,.....e, com a outra moto atrás.
De repente, ao virar a direita na Rua Anita Garibaldi, ele chegou no Bairro do Peixoto,.......e os dois tipos atrás dele.....Ao que ele viu uma cabine da policia, chega, encosta e grita para o policial, chamando-o para fazer uma captura.....ao que o policial atendeu prontamente, babando de prazer, e sobe na garupa da moto.
já a umas dezenas de metros, os dois tipos, parados, observam.....
De repente, a história se inverte, e os tipos passam a fugir do Paulinho e o guarda em sua garupa.
Os fugitivos começam a atirar para trás, e o guarda faz o nosso herói da história de escudo, iniciando-se um tiroteio em alta velocidade pelas ruas de copacabana.
Algumas quadras a frente, os fugitivos, entram em uma contra-mão e dão de cara com um onibus (ou autocarro) parado, descarregando passageiros, e colidem de frente.
Paulinho chega ao local, onde os tipos estão caídos, gemendo, e pula da moto, desferindo chutes nos dois, para imobilizá-los mais e ganhar tempo, até que o policial chame reforço.
Ao chegar o reforço policial, Paulinho ainda estava chutando e chingando os tipos....
Foram levados e presos os recalcitrantes....
Dias depois, Paulinho foi chamado na corporação da policia para receber, das mãos do Secretário de Segurança da cidade do Rio de Janeiro a Comenda de Mérito do Estado, por serviços prestados à comunidade.
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